Bom dia!!!!
Hj eu resolvi colocar aqui uma crônica de Pedro Bial, que recebi por email essa semana...
Amanhã de repnte posto alguma coisa minha...
"Assisti a algumas imagens do velório do Bussunda, quando os colegas do Casseta & Planeta deram seus depoimentos,
parecia que a qualquer instante iria estourar uma piada,estava tudo sério demais, faltava a esculhambação, a zombaria, a desestruturação da cena,
mas nada acontecia ali de risível, era só dor e a perplexidade, que é mesmo o que causa em todos os que ficam.
A verdade é que não havia nada a acrescentar no roteiro:
a morte por si só, é uma piada pronta.
A morte é ridículo.
Você combinou de jantar com a namorada, está em pleno tratamento dentário.
Tem planos para semana que vem, precisa autenticar um documento em cartório...
Colocar gasolina no carro e no meio da tarde...
MORRE.
Como assim?
E os e-mails que você ainda não abriu?
O livro que ficou pela metade?
O telefonema que você prometeu dar a tardinha para um cliente?
Não sei de onde tiraram esta idéia:
MORRER...
A troco de que?
Você passou mais de 10 anos da sua vida dentro de um colégio estudando fórmulas químicas que não serviram para nada, mas se manteve lá, fez as provas, foi em frente.
Praticou muita educação física, quase perdeu o fôlego. Mas não desistiu.
Passou madrugadas sem dormir para estudar pro vestibular mesmo sem ter certeza do que gostaria de fazer da vida, cheio de duvidas quanto à profissão escolhida...
Mas era hora de decidir, então decidiu, e mais uma vez foi em frente...
De uma hora pra outro, tudo isso termina...
Numa colisão na freeway...
Numa artéria entupida...
Num disparo feito por um delinqüente que gostou do seu tênis...
Qual é?
Morrer é um chiste.
Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém, sem ter dançado com a garota mais linda, sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida.
Você deixou em casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida no varal, e penduradas também algumas contas...
Os outros vão ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas...
A apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira.
Logo você que dizia: das minhas coisas cuido eu.
Que pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce, caminha por uma rua e talvez não chegue na próxima esquina, começa a falar e talvez não conclua o que pretende dizer.
Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte costelas gordas e mulheres magras e morre num sábado de manha.
Se faz check-up regulares e não tem vícios, morre do mesmo jeito...
Isso é para ser levado a sério?
Tendo mais de cem anos de idade, vá lá, o sono eterno pode ser bem vindo...
Já não há muito mesmo a fazer, o corpo não acompanha a mente, e a mente também já rateia, sem falar que há quase nada guardado nas gavetas.
ok, hora de descansar em paz.
Mas antes de viver tudo?
Morrer cedo é uma transgressão, desfaz a ordem natural das coisas.
Morrer é um exagero.
E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas.
Só que esta não tem graça.
Por isso viva tudo que há para viver.
Não se apegue as coisas pequenas e inúteis da vida...
Perdoe...
Sempre!! "
Pq essa semana um turbilhão de pensamentos a esse respeito passa em minha cabeça...
Pq esse texto fala tudo que se há pra falar..
Pq a saudade continua...
E apesar do final sem graça dessa piada ridícula, que é a morte, sempre teremos boas recordações...
...
...
"...I've got so much left to say/If every simple song I wrote to you/Would take your breath away/I'd write it all..." Um pequeno espaço dedicado a devaneios, críticas ou palavras desconexas... Uma tentativa de organização dos pensamentos... Ou uma tetativa de desorganização... Vai saber...
quarta-feira, 1 de abril de 2009
quinta-feira, 26 de março de 2009
Capítulo Um
Era um fim de tarde típico de outono: brisas suaves acariciando seu rosto, o cair da noite precoce e veloz, folhas se jogando dos galhos e, aquela sensação de nostalgia que o acompanhava desde a infância e, o pegava de jeito nessas noites...
Ele estava em seu carro, um Mustang 1973 conversível. Esse era o local onde mais gostava de passar o tempo e pensar na vida, seu santuário... Era nesse carro preto, com detalhes e capota em uma cor que estava entre o prata velha e o grafite, interior de couro também preto, rodas aro 21 cromadas e o melhor motor tunado para corridas que suas economias puderam pagar, que Ulrich refletia sobre seu mais novo trabalho.
Esta seria a primeira vez que ele precisaria usar um disfarce. Isso só tornava esta empreitada mais interessante, pois fugia do comum... Desta vez, ele não poderia simplesmente sair por ai com seu o confortável visual de herói de revistinhas de detetives: calça e blusas pretas, sobretudo preto, suas botas de couro e seu “peacemaker” 45, usado apenas em situações “de extrema necessidade”, como ele mesmo dizia (talvez tentando se convencer que não tinha nenhum impulso de pegá-la a cada instante de perigo).
Ulrich tinha concordado em trabalhar em conjunto com os federais dessa vez. Apesar de ser um lobo solitário e, de estar cada vez mais convencido que sua parceria com Sarah, a detetive do FBI que lhe propôs o trabalho em equipe, não lhe renderia frutos muito proveitosos. Obviamente, o fato de Sarah ter despertado nele um desejo quase animal (que ele não imaginava que fosse sentir novamente desde a trágica morte de sua doce Susan), desde a primeira troca de olhares, não teve muita influência em sua decisão. Muito menos o fato dela estar tão ávida por pegar Ethan, o bastardo responsável pelo desaparecimento de seu filho e, o mesmo canalha que entrara há muitos anos na residência de Ulrich, dando inicio ao fatídico episódio com sua esposa, que acabou com sua vidinha de trabalhador do governo, que pagava seus impostos da forma mais correta possível e, o empurrou para a vida que leva hoje.
Apesar de todos os indícios revelarem que desta vez, como há muito não fazia, estava deixando se levar por impulso; um impulso idiota chamado desejo, que torna a cabeça de um cara frio, calculista e perfeccionista como ele em um simples bolo de merda, deixando a pessoa tola; Ulrich sabia, em seu âmago, que se ele quisesse acabar com Ethan ia precisar de todo investimento que sua mais nova amiga estava prestar a lhe fazer. Por isso cedeu. Mas se engana quem pensa que ele pretendia levar a parceria até o fim. Não... O que ele queria era a grana, as armas e todos os apetrechos que lhe permitiriam uma busca mais veloz e certeira.
Agora, neste inicio de noite ele estava prestes a começar o trabalho. Levaria seu Mustang o mais longe seguro que conseguisse, próximo a uma rota de fuga que só ele conhecia e, colocaria seu disfarce.
...
Agora chovia uma chuva forte e fina, que impedia qualquer trabalhador de voltar pra casa em meios de transporte coletivos... O rádio da empresa não parava de chamar corridas, mas ele pacientemente esperava. Queria pegar a corrida certa, aquela que faria a noite valer a pena.
Estava recostado no banco de seu Palio Weekend, o cabelo lhe caía na testa, cobrindo as entradas que ele tanto temia ter quando criança. Entradas que o assemelhavam cada vez mais com seu falecido e rígido pai. Enquanto o tempo passava e a corrida perfeita não o chamava, ele fumava seu cigarro sem a menor pressa e, no rádio aquela velha e conhecida canção que trazia tantas recordações insistia em dizer que ainda existia. A canção era “The way you look tonight”, de Rod Stwert e, as recordações eram de uma menina-mulher que o conquistara com seu jeito meigo e, desfizera qualquer perspectiva que ele tinha de não entrar em relacionamentos. Com o turbilhão de memórias, veio o olhar vazio, que jamais deixava transparecer qualquer coisa, instigando seus expectadores a irem cada vez mais fundo em sua história, na tentativa de penetrar em sua alma sofrida e descobrir o que o trouxe até esse táxi, parado na esquina da 4th com a 21th.
No momento em que a música acabou o rádio da cooperativa chamou um carro próximo a 21th e, ele prontamente apertou o botão do ppt:
- “023 tempo”, disse a voz metálica do outro lado do radio.
-“Menos de cinco”, ele respondeu esperando não ter sido impaciente e impulsivo demais.
Rezando pra todo e qualquer santo em que as pessoas acreditavam, para que esta fosse a corrida que ele tanto aguardara. Seu coração palpitou. A voz metálica começara a falar novamente:
-“Cliente pede para aguardar próximo a entrada do “Le Hotel”, as 23h. Solicita também que o Sr. não buzine ou entre em contato para avisar que o aguarda e, solicita ainda que, caso ele não esteja no local no momento que o Sr. chegar para simplesmente ligar o taxímetro e aguardar. Cliente traja calças black jeans, blusa social preta e chapéu e botas de cowboy.
Estava feito! Toda sua espera não tinha sido em vão. Esta era a corrida pela qual ele passara a noite inteira esperando e, dessa vez ele tinha certeza que não deixaria a chance escapar.
...
Ele estava em seu carro, um Mustang 1973 conversível. Esse era o local onde mais gostava de passar o tempo e pensar na vida, seu santuário... Era nesse carro preto, com detalhes e capota em uma cor que estava entre o prata velha e o grafite, interior de couro também preto, rodas aro 21 cromadas e o melhor motor tunado para corridas que suas economias puderam pagar, que Ulrich refletia sobre seu mais novo trabalho.
Esta seria a primeira vez que ele precisaria usar um disfarce. Isso só tornava esta empreitada mais interessante, pois fugia do comum... Desta vez, ele não poderia simplesmente sair por ai com seu o confortável visual de herói de revistinhas de detetives: calça e blusas pretas, sobretudo preto, suas botas de couro e seu “peacemaker” 45, usado apenas em situações “de extrema necessidade”, como ele mesmo dizia (talvez tentando se convencer que não tinha nenhum impulso de pegá-la a cada instante de perigo).
Ulrich tinha concordado em trabalhar em conjunto com os federais dessa vez. Apesar de ser um lobo solitário e, de estar cada vez mais convencido que sua parceria com Sarah, a detetive do FBI que lhe propôs o trabalho em equipe, não lhe renderia frutos muito proveitosos. Obviamente, o fato de Sarah ter despertado nele um desejo quase animal (que ele não imaginava que fosse sentir novamente desde a trágica morte de sua doce Susan), desde a primeira troca de olhares, não teve muita influência em sua decisão. Muito menos o fato dela estar tão ávida por pegar Ethan, o bastardo responsável pelo desaparecimento de seu filho e, o mesmo canalha que entrara há muitos anos na residência de Ulrich, dando inicio ao fatídico episódio com sua esposa, que acabou com sua vidinha de trabalhador do governo, que pagava seus impostos da forma mais correta possível e, o empurrou para a vida que leva hoje.
Apesar de todos os indícios revelarem que desta vez, como há muito não fazia, estava deixando se levar por impulso; um impulso idiota chamado desejo, que torna a cabeça de um cara frio, calculista e perfeccionista como ele em um simples bolo de merda, deixando a pessoa tola; Ulrich sabia, em seu âmago, que se ele quisesse acabar com Ethan ia precisar de todo investimento que sua mais nova amiga estava prestar a lhe fazer. Por isso cedeu. Mas se engana quem pensa que ele pretendia levar a parceria até o fim. Não... O que ele queria era a grana, as armas e todos os apetrechos que lhe permitiriam uma busca mais veloz e certeira.
Agora, neste inicio de noite ele estava prestes a começar o trabalho. Levaria seu Mustang o mais longe seguro que conseguisse, próximo a uma rota de fuga que só ele conhecia e, colocaria seu disfarce.
...
Agora chovia uma chuva forte e fina, que impedia qualquer trabalhador de voltar pra casa em meios de transporte coletivos... O rádio da empresa não parava de chamar corridas, mas ele pacientemente esperava. Queria pegar a corrida certa, aquela que faria a noite valer a pena.
Estava recostado no banco de seu Palio Weekend, o cabelo lhe caía na testa, cobrindo as entradas que ele tanto temia ter quando criança. Entradas que o assemelhavam cada vez mais com seu falecido e rígido pai. Enquanto o tempo passava e a corrida perfeita não o chamava, ele fumava seu cigarro sem a menor pressa e, no rádio aquela velha e conhecida canção que trazia tantas recordações insistia em dizer que ainda existia. A canção era “The way you look tonight”, de Rod Stwert e, as recordações eram de uma menina-mulher que o conquistara com seu jeito meigo e, desfizera qualquer perspectiva que ele tinha de não entrar em relacionamentos. Com o turbilhão de memórias, veio o olhar vazio, que jamais deixava transparecer qualquer coisa, instigando seus expectadores a irem cada vez mais fundo em sua história, na tentativa de penetrar em sua alma sofrida e descobrir o que o trouxe até esse táxi, parado na esquina da 4th com a 21th.
No momento em que a música acabou o rádio da cooperativa chamou um carro próximo a 21th e, ele prontamente apertou o botão do ppt:
- “023 tempo”, disse a voz metálica do outro lado do radio.
-“Menos de cinco”, ele respondeu esperando não ter sido impaciente e impulsivo demais.
Rezando pra todo e qualquer santo em que as pessoas acreditavam, para que esta fosse a corrida que ele tanto aguardara. Seu coração palpitou. A voz metálica começara a falar novamente:
-“Cliente pede para aguardar próximo a entrada do “Le Hotel”, as 23h. Solicita também que o Sr. não buzine ou entre em contato para avisar que o aguarda e, solicita ainda que, caso ele não esteja no local no momento que o Sr. chegar para simplesmente ligar o taxímetro e aguardar. Cliente traja calças black jeans, blusa social preta e chapéu e botas de cowboy.
Estava feito! Toda sua espera não tinha sido em vão. Esta era a corrida pela qual ele passara a noite inteira esperando e, dessa vez ele tinha certeza que não deixaria a chance escapar.
...
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Quase três meses depois...
Aqui estou novamente...
Estive lendo mais um livro da série que tanto gosto: "The Dark Tower"...
Uma história maravilhosa sobre o último pistoleiro de mundo sustentado por feixes de luz, que funcionam como pilares e, onde a grande tartaruga (representante de um dos feixes)é a principal responsável por, nos dias em que se passa a história, ainda manter esse mundo de pé, seguindo adiante...
Este volume me fez parar pra pensar o quanto de nós está no que escrevemos e, o quanto do que escrevemos está em nós...
O fato é que quando escrevo, algumas vezes sou movida por mim mesma e, outras tantas vou enveredando pelo rumo que a estória toma, sem dar conta de que rumo é esse e, me surpreendendo ao final...
E hoje, ao ler algumas poucas palavras do sábio Stephen King, parei para me perguntar ate quando eu invento o que escrevo... Ou ainda.. Até que ponto não sou uma mera invenção daquilo que estou a rabiscar, uma "vítima" de alguma coisa que precisa ser passada adiante...
Quantas vezes eu apenas passei para o papel algo que precisava ser transmitido a outros...?
Quantas vezes pensei e reli cada linha escrita a fim de manter a história no rumo por mim desejado...?
A grande verdade, é que nao sei essas respostas...
A única verdade que sei é que as vezes sinto necessidade de contar algo... Na grande maioria dessas vezes não sei muito bem o que quero contar,mas sei que se me sentar e começar a escrever, logo estará findado.
Nem sempre as histórias contadas são a verdade do que sinto mas, sempre são reflexo do que vivi, vi, ouvi ou li...
Assim, me pus a pensar e conclui que, não importa as respostas que não tenho...
A mim, basta saber que o que escrevei ficará assim, imortalizado, guardando um pedaçinho da minha essência, passando alguma coisa importante (em qualquer âmbito, mesmo que apenas no prazer de ler) aos meus leitores...
Basta a satisfação de ver pronta a obra começada...
Com isso, tomei a decisão de um dia escrever um livro...
Não sei se de poemas, prosas, contos, ou um enredo mais complexo...
Mas vou refinar a ideia e ter certeza do que fazer.. Assim ,quem sabe não posto aqui pedacinhos de qualquer coisa que um dia publicarei (ou não)...
E quem sabe assim vocês possam refletir um bocado com o que escrevi, assim como fazemos sempre que lemos alguma coisa que nos desperta algo adormecido..
Até esse dia, desejo a vocês apenas
"Longos dias e Belas noites, sai"
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Homenagens.. Parte Dois...
Palavra simples... Quatro letrinhas... Amor... Pequena fusão de fonemas capaz de explicar a vida, e existência...
Fernanda Roman
...
Voltando as homenagens...
A de hoje é dedicada a meu "Rapazinho"...
Acho que eu não consigo expressar o quanto ele é importante... O quanto faço questão de partilhar minha vida com ele...
...
Ele me encontrou eu andava meio perdida... Vagando entre pensamentos que me faziam ver a realidade que me cercava, e a certeza de que a mudança era necesária, estando eu pronta ou nao...
Ele me ouviu... E me ouve até hoje..
Ele me apoiou... E até hj me estende a mão...
Ele me enxergou... Msmo quando eu fazia questão que ninguém me visse...
Ele me disse tudo que eu precisava ouvir...
E me mostrou que as nove cabeças que eu achava que o monstro que me tornei deveria ter eram nada além de doses de realismo que eu precisa injetar em minha vida, que na época era muito mais de fantasias...
Ele me ensinou tanta coisa...
Aí... Quando eu achava que a vida estava definida, que seria aquela pessoinha morna, que escolhe não ter muitas emoções e, ve a racionalidade de todas as situações em que se encontra...
Ele me ensinou que eu podia, (e devia) me apaixonar de novo...
Me mostrou que os seus olhos não eram assim tão frios e derreteu a grossa camada de gelo que me envolvia...
Ele me mostrou que crianças são felizes porque fazem exatamente o que o coração manda, não importando o que isso vai ocasionar... (Tah... isso eu já sabia... mas ele me relembrou...)
Ele me mostrou que o seu melhor amigo pode se tornar tão importante, que você não imagina sua vida sem ele...
E me ensinou a não carregar o mundo nas costas...
Ele me apoiou em cada decisão tomada... E fez questão de me guiar quando a decisão não era tão certa assim, me mantendo no caminho...
Ele é o dono do par de olhos mais expressivos que eu já vi... E do sorriso mais doce...
Ele me oferece os ombros largos e sexies quando eu preciso chorar...
E me acomoda no seu abraço quando eu quero mimi...
Ele me faz cócegas só pra me ver fazendo bico pra ele parar...
Ele me disse que era preciso lutar e nunca me deixou desistir...
...
Nossa!!!
Ele já fez tanto por mim...
Que eu queria ser capaz de retribuir...
Mas sempre acho que por mais que eu faça de um tudo, não consigo demostrar o quanto sou grata e o quanto quero poder retribuir...
Eu já disse como me sinto...
Eu já mostrei os erros dele para que ele tivesse a oportunidade de concertar...
Eu já caminhei ao seu lado só pra ele saber que tinha alguém ali...
Eu já ouvi suas confissões...
Já cumpri as promessas que fiz... (Isso incluiu dar um lobo de presente...)
Já passei noites e noites sem dormir, comversando, fazendo trabalhos, rindo...
E já levantei no dia seguinte com a sensação de ter tido a noite mais renovadora da minha vida...
Eu já escrevi, ja falei, já mostrei...
Eu enxeruei o potencial dele, quando ele fazia questão de escondê-lo do mundo... E o convenci que isso é bonito de se ter...
Eu ouvi, falei, aplaudi, ralhei...
Eu fiz absolutamente td que meus bracinhos alcançavam...
Mas ainda vou fazer mais...
...
Mesmo com tuso isso, como posso em simples palavras homenagear essa pessoinha tão especial???
Como posso fazê-lo entender o que sinto??
Eu não sei...
E como não sei, vou apenas dizer que o amo...
E que lutarei a cada dia para fazer cada momento valer a pena...
......
Te Amo, Luiz...
:**
....
Bjokas a todos...
About me...

É...
Cadê as atualizações que me prometi???
Desse jeito vou acabar não postando mais...
Mas a semana foi agitada... Trabalhos, provas... Vida de estudante de novo!!!
Ainda to devendo algumas homenagens...
Ando em período de escassez... Sem muita imaginação...
Na verdade, acho que tenho problemas em escrever coisas leves, alegres, singelas...
Mas ainda escrevo..
E prova disso foi o texto que escrevi um belo dia, quando num site me deparei com a frase: "about me"...
Esse texto passou uns bons 3 meses me definindo na minha pagina pessoal do orkut...
Mas cansei dele e tirei de lá...
Como o objetivo do blog é não perder o que eu escrevo, vou postá-lo...
Podemos considerar um tanto continuação dos dois ultimos posts... Mas tb podemos olhá-lo com uma reorganização daquelas gavetas bagunçadas...
Poucas vezes tive tanta certeza que estava me descrevendo bem como nesta...
E também poucas vezes tive tanta certeza do que preciso pra ser feliz...
Então... Cheio de subjetividades...
Quem sou eu?
Sou alguém que vive intensamente... Mas que procura aprender com os erros..
Eu já fiz muita coisa na vida... Mas ainda vou fazer um tanto até me encontrar de fato.
Eu já prometi o que não podia cumprir, cobrei promessas impossíveis...
Já troquei quem me amava pela aventura cega de uma paixão passageira, já fui trocada...
Já julguei erros bobos com toda severidade do mundo e perdoei erros imperdoáveis...
Já tentei substituir pessoas insubstituíveis e manter comigo aquelas não tão inestimadas...
Eu já ri quando queria chorar e chorei de alegria...
Já confiei demais e me decepcionei, mas já decepcionei muitos que confiaram em mim...
Eu prometi nunca mais amar de novo e, em seguida, encontrei outro “amor da minha vida”.
Eu vivi ilusões cor de rosa e esqueci a realidade ao meu lado.
Eu já fiz amizades eternas que não perduraram uma estação... E conheci pessoas passageiras que permanecem na minha vida até hoje...
Eu já pulei e gritei de alegria, ri quando não podia e chorei por coisas que não valiam a pena...
Eu já amei quem não me amava, já fui amada e não amei de volta...
Eu já sorri com meus amigos, enquanto me debulhava em lágrimas “por dentro” só para não preocupá-los...
Eu já me apaixonei por um sorriso, um olhar e, me desapaixonei quando descobri isso não era tudo...
Eu já liguei só pra escutar uma voz e em seguida me arrependi de ter ligado...
Já pensei que morreria de saudades e, superei tudo muito mais rápido que esperava... E já achei que não sofreria e, quase não superei.
Eu já me machuquei (e muito) pra proteger quem eu amo e, fui imediatamente jogada à lona por esse alguém...
Eu tive medo de perder alguém especial e, por isso perdi...
Já deixei de viver mil coisas por medo de me machucar e descobri que mais vale se machucar e ter vivido que passar a vida com a incerteza do “e se”...
Eu já recebi auxilio de quem eu nunca imaginaria e, neguei ajuda aqueles que esperavam algo de mim...
Eu já me emocionei com músicas, cheiros, fotos...
Eu já quis viver eternamente em um momento e, descobri que o posterior também valia a pena... ou não...
Já quis morrer de amor, mas sobrevivi a ele e ainda vivo...
Eu sou um poço de paradoxos, que juntos formam a minha essência...
Sou aquela que não esita em dizer o que pensa a quem realmente importa...
Que sabe que a vida é passageira, por isso devemos viver cada segundo..
Que defende que sempre devemos nos despedir dos que amamos com palavras doces pois, pode ser a ultima vez que veremos essa pessoa...
Sou aquela que prefere morrer a deixar de viver tudo o que podia e devia nessa longa estrada que, ao contrário do que pensamos é a felicidade e não nos leva a ela...
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Escolhas... Uma breve pausa nas homenagens...

Acabei de fazer um comentário no "Do imbroglio ao quiprocó" que mais pareceu um post...
Então vou fazer uma pausa breve na secção homenagens e postar o pqno textinho que fiz...
É bem curtinho e remete aoassunto do último post.. Escolhas..
Então:
Devidamente corrigido...
Escolhas
A dor da saudade é sempre boa...
Enquanto a dor da incerteza eh constante, lancinante...
Enquanto a saudade nos traz lembranças de momentos por nós vividos,
A incerteza do que poderia ter sido nos remete a um mundo inteiro de coisas que poderiam ter acontecido...
A vida é feita de escolhas...
Tenha certeza que está escolhendo o mais adequado, pois o arrependimento do que foi (e do que nao foi) feito não mudará o presente escolhido, nem trará os momentos que poderiam ter sido vividos...
Fernanda Roman
28 de Novembro de 2008
21h
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Homenagens... Parte I
Começando as homenagens...
Hoje e não o amanhã
Ontem? Isso faz tempo
Amanhã? Não nos cabe saber.
Amanhã pode ser muito tarde
Pra você dizer que ama...
Pra você dizer que perdoa...
Pra você dizer que desculpa...
Pra você dizer que quer tentar de novo...
Amanhã pode ser muito tarde
Pra você pedir perdão...
Pra você dizer: “-Desculpe-me, o erro foi meu”.
O teu amor amanhã pode já ser inútil...
O teu perdão amanhã pode não ser precioso...
A tua volta amanhã pode não ser esperada...
A tua carta amanhã pode já não ser lida...
O teu carinho amanhã pode não ser necessário...
O teu abraço amanhã pode não encontrar outros braços...
Porque amanhã pode muito, muito tarde!
Não deixe pra amanhã pra dizer:
“- Eu te amo!”.
“- Estou com saudades!”.
“- Perdoa-me...”.
“- Esta flor é pra ti!”.
“- Tu estás tão bem...”.
Não deixe pra amanhã:
O teu carinho
O teu sorriso
O teu abraço
O teu trabalho
A tua ajuda
O teu sonho...
Não deixe pra amanhã pra perguntar:
“- Por que estás triste?”.
“- O que há contigo?”.
“- Hey... Vem cá, vamos conversar...”.
“- Cadê o teu sorriso?!”.
“- Ainda tenho chance?!?”.
“- Já percebestes que eu existo?”.
“- Por que não começamos de novo?!”.
“- Sabes que podes contar comigo!”.
“- Onde está tua garra?!”.
Lembre-se:
Amanhã pode ser tarde...muito tarde!
Procure!
Vá atrás!
Insista!
Tente mais uma vez!
Só hoje é definitivo!
Amanhã pode ser tarde...
Fernanda Roman
O texto é velho...
E não é exatamente uma homenagem a alguém especifico...
Mas como gosto desse poema, ele fica como homenagem a todos os meus amigos...
A todas as pessoas que de uma ou de outra forma se preocupam e participam da minha vida de forma marcante presente...
Muitos dos meus amigos nem sabem o quanto são importantes...
A outros eu faço questão de dizer isso...
Essa diferença, para mim, se deve apenas ao fato de que meus amigos, aqueles de verdade, que já me conhecem, deveriam saber o quanto são importantes através de minhas atitudes e não por minhas palavras...
Mas como diz o texto, "amanhã pode ser tarde"...
Então aproveito o hj para dizer a cada um de vocês o quanto são importantes e o quanto fazem parte de minha vida...
Mesmo os que não vejo todos os dias... Mesmo os que não vejo quase nunca... Os que vejo com mais frequência...
Por acaso da roda do mundo, que ao rodar vive aproximando e afastando as pessoas, com muitos de vocês eu não convivo tanto quanto gostaria...
Outros, como diz a Luciana Leão, a maré levou pra longe e nosso contato é quase nulo... Alguns poucos vão e vem com esse movimento e, cada reencontro é maravilhoso...
Por todos vocês eu tenho um carinho e admiração especial...
Por todos vocês eu me alegro a cada dia, com as conquistas, as vitórias... E também me entristeço de quando em vez, quando uma lágrima teimosa insistem em transbordar os seus olhares...
Mas, por cada um de vocês, em separado, eu me sinto mais feliz... por saber que fazem parte de minha vida, minha história...
Então, aproveitano o hj...
A cada um de vcs eu amo de forma especial, diferente...
Por cada um de voces eu me orgulho...
E, principalmente...
A todos vocês eu sou grata pelo prazer imenso que é dividir minha vida...
Espero realmente que eu não precise enumerar aqui quem são e porque são importantes... Mas, se isso for preciso, eu o faço com um sorriso genuíno nos lábios e um brilho único no olhar...
Vcs, assim como minha família, são o meu pilar... Sem vcs aqui, a estrutura construída para minha vida desaba...
Então...
Obrigada por tudo!!
Hoje e não o amanhã
Ontem? Isso faz tempo
Amanhã? Não nos cabe saber.
Amanhã pode ser muito tarde
Pra você dizer que ama...
Pra você dizer que perdoa...
Pra você dizer que desculpa...
Pra você dizer que quer tentar de novo...
Amanhã pode ser muito tarde
Pra você pedir perdão...
Pra você dizer: “-Desculpe-me, o erro foi meu”.
O teu amor amanhã pode já ser inútil...
O teu perdão amanhã pode não ser precioso...
A tua volta amanhã pode não ser esperada...
A tua carta amanhã pode já não ser lida...
O teu carinho amanhã pode não ser necessário...
O teu abraço amanhã pode não encontrar outros braços...
Porque amanhã pode muito, muito tarde!
Não deixe pra amanhã pra dizer:
“- Eu te amo!”.
“- Estou com saudades!”.
“- Perdoa-me...”.
“- Esta flor é pra ti!”.
“- Tu estás tão bem...”.
Não deixe pra amanhã:
O teu carinho
O teu sorriso
O teu abraço
O teu trabalho
A tua ajuda
O teu sonho...
Não deixe pra amanhã pra perguntar:
“- Por que estás triste?”.
“- O que há contigo?”.
“- Hey... Vem cá, vamos conversar...”.
“- Cadê o teu sorriso?!”.
“- Ainda tenho chance?!?”.
“- Já percebestes que eu existo?”.
“- Por que não começamos de novo?!”.
“- Sabes que podes contar comigo!”.
“- Onde está tua garra?!”.
Lembre-se:
Amanhã pode ser tarde...muito tarde!
Procure!
Vá atrás!
Insista!
Tente mais uma vez!
Só hoje é definitivo!
Amanhã pode ser tarde...
Fernanda Roman
O texto é velho...
E não é exatamente uma homenagem a alguém especifico...
Mas como gosto desse poema, ele fica como homenagem a todos os meus amigos...
A todas as pessoas que de uma ou de outra forma se preocupam e participam da minha vida de forma marcante presente...
Muitos dos meus amigos nem sabem o quanto são importantes...
A outros eu faço questão de dizer isso...
Essa diferença, para mim, se deve apenas ao fato de que meus amigos, aqueles de verdade, que já me conhecem, deveriam saber o quanto são importantes através de minhas atitudes e não por minhas palavras...
Mas como diz o texto, "amanhã pode ser tarde"...
Então aproveito o hj para dizer a cada um de vocês o quanto são importantes e o quanto fazem parte de minha vida...
Mesmo os que não vejo todos os dias... Mesmo os que não vejo quase nunca... Os que vejo com mais frequência...
Por acaso da roda do mundo, que ao rodar vive aproximando e afastando as pessoas, com muitos de vocês eu não convivo tanto quanto gostaria...
Outros, como diz a Luciana Leão, a maré levou pra longe e nosso contato é quase nulo... Alguns poucos vão e vem com esse movimento e, cada reencontro é maravilhoso...
Por todos vocês eu tenho um carinho e admiração especial...
Por todos vocês eu me alegro a cada dia, com as conquistas, as vitórias... E também me entristeço de quando em vez, quando uma lágrima teimosa insistem em transbordar os seus olhares...
Mas, por cada um de vocês, em separado, eu me sinto mais feliz... por saber que fazem parte de minha vida, minha história...
Então, aproveitano o hj...
A cada um de vcs eu amo de forma especial, diferente...
Por cada um de voces eu me orgulho...
E, principalmente...
A todos vocês eu sou grata pelo prazer imenso que é dividir minha vida...
Espero realmente que eu não precise enumerar aqui quem são e porque são importantes... Mas, se isso for preciso, eu o faço com um sorriso genuíno nos lábios e um brilho único no olhar...
Vcs, assim como minha família, são o meu pilar... Sem vcs aqui, a estrutura construída para minha vida desaba...
Então...
Obrigada por tudo!!
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